Torres Couto
LUSATorres Couto criticou João Proença por ter assinado o acordo de concertação social.
Em declarações à Renascença, o fundador da UGT lamenta que a central fique associada às alterações que se avizinham.
“Eu não teria assinado [o acordo]. Se estas medidas nos são impostas pelos credores, que fosse o Governo a impô-las. Lamento que a minha central sindical – aquela que eu ajudei a criar – fique associada a uma mudança tão radical e selvática nas regras do jogo do mercado de trabalho”, afirmou Torres Couto.
O antigo sindicalista desvalorizou ainda desistência, por parte do governo, da meia hora extra de trabalho, considerando que o que foi “dado em troco é péssimo”.
“É um acordo leonino para o lado empresarial e patronal contra os trabalhadores, que põe em causa um conjunto de direitos muito grandes", acrescentou.



Comente este artigo