Toyota Yaris
D.RNo mais importante segmento do mercado nacional, as boas propostas foram acrescentadas com o novo Yaris, que é ágil, tem bom preço e reconhecida qualidade
Em Portugal o segmento dos utilitários sempre foi o mais vendido, apenas por aí se encontrarem os veículos que permitem meter a família toda lá dentro, fazer umas viagens maiorzitas e gastar menos dinheiro. Em termos técnicos são os pertencentes ao segmento B, onde cabem representantes de quase todas as marcas. No caso da Toyota, o seu representante dá pelo nome de Yaris e surge agora na terceira geração, mais bonito e mais barato que outros concorrentes directos, casos do Citroën C3 ou do Renault Clio, dois dos veículos preferidos dos portugueses.
Abra-se um parêntesis para referir que, depois de um lento crescimento do mercado nacional em direcção a um segmento superior, isto é, o C, a crise, os seus efeitos directos e colaterais, nomeadamente o psicológico, voltaram a atirar os consumidores para automóveis mais pequenos e baratos, em contraciclo evidente com o que se passa nos restantes mercados da Europa ocidental.
Mas voltemos ao Yaris para referir que um dos parâmetros mais interessantes neste modelo da Toyota é o bom espaço interior, sobretudo nos assentos traseiros, onde há mais espaço para os joelhos dos passageiros, pese embora o comprimento exterior (3,885 m) ser um pouco mais pequeno que o de alguns dos seus mais directos concorrentes. Mas diga-se que essa sempre foi uma das características do Yaris, desde o lançamento da primeira geração, em 1999
A frente tem linhas vincadas e mostra o que vai ser a tendência de futuro nos lançamentos da marca.
O espaço interior é mais folgado e o tecto de abrir panorâmico, uma novidade no modelo, dá outra alegria ao habitáculo. O nível de equipamento é bom e, consoante as versões, pode dizer--se que é praticamente uma referência no segmento.
Está disponível com três motores, dois deles a gasolina e um turbodiesel (ver quadro ao lado). Além dos modelos com os preços que indicamos em tabela, existe também a versão a gasolina de 1,33 litros que pode ser acoplada à mais recente transmissão da Toyota de variação continua (CVT), Multidrive S, e cujos preços nas várias versões são cerca de 2 mil euros mais baixos que os das correspondentes com o motor diesel. Já que referimos o propulsor 1.4 D-4D, recorde-se que este propulsor pode ser acoplado a uma transmissão manual robotizada, MultiMode.



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