O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, garantiu hoje que a mobilidade geográfica, que está a ser discutida com os sindicatos, será "voluntária" e "com estímulos".
"Não é o nosso espírito que um trabalhador de Vila Real de Santo António vá trabalhar para Bragança de uma forma forçada", disse o governante durante uma audição no Parlamento.
"A mobilidade geográfica não será forçada", garantiu aos deputados.
De acordo com Hélder Rosalino, tendo em conta o compromisso assumido por Portugal no memorando de entendimento com a 'troika' de redução de efetivos de 2 por cento por ano, a mobilidade assume uma importância fundamental, que é necessário discutir com os sindicatos.
As estruturas sindicais têm ate 15 de março para apresentar propostas nesta matéria, destacou.
Segundo o governante, o INA, que passa a direção geral de qualificação dos trabalhadores em funções públicas, assumirá a gestão da mobilidade, "passando a deter a responsabilidade de desenvolver politicas ativas de recolocação em função dos trabalhadores que sejam integrados no Sistema de Mobilidade Especial".



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