Open Austrália. Djokovic venceu a final que ninguém merecia perder
Por Jornal i, publicado em 30 Jan 2012 - 18:35 | Actualizado há 16 semanas 4 dias
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
REUTERS/Mark Blinch
Novak Djokovic tornou-se no quarto jogador da história a vencer três vezes (2008, 2011 e 2012) o título do primeiro Grand Slam do ano – depois de Andre Agassi (4), Roger Federer (4) e Mats Williander (3).
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O sérvio não vacilou nos últimos pontos e venceu a final mais longa da história dos Grand Slams depois de 5 horas e 53 minutos.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Djokovic revalidou o título australiano e mantém-se no primeiro lugar do ranking mundial.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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“É uma pena que não possa haver dois vencedores”, disse o sérvio no fim do encontro.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Rafael Nadal entrou na história como o primeiro tenista da era profissional (desde 1968) a sair derrotado de três finais consecutivas de um Grand Slam – Wimbledon 2011, US Open 2011 e agora o torneio australiano.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Até este domingo, Mats Wilander e Ivan Lendl detinham a marca impossível de 4 horas e 54 minutos numa final do Grand Slam.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O encontro marcado para o fim da tarde (hora australiana) começou mais tarde por causa da chuva.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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No primeiro set, o espanhol ainda fez o mundo acreditar que o ano podia começar de forma diferente.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Nadal foi sempre incansável, mas aos poucos perdeu o domínio inicial do encontro.
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Seguro e inteligente, Djokovic controlou o segundo e terceiro sets.
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Com o passar das horas, os nervos cresciam nas bancadas.
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A namorada de Djokovic, Jelena Ristic, sofreu até ao último minuto.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O mundo assistia a um duelo tremendo.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O encontro ultrapassou todas as capacidades físicas imagináveis.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Nadal venceu o quarto set e parecia embalado para a vitória.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Mas no fim, completamente esgotado, foi Djokovic quem festejou no chão da Rod Laver Arena.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O sérvio foi sobre-humano, jogou 20 horas e 51 minutos nos sete encontros em Melbourne.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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“Quero desejar ao Rafa e à sua equipa toda a sorte do mundo para o resto da temporada. Espero muitos mais jogos e finais como esta”, disse Djokovic.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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Na cerimónia de entrega dos prémios, nenhum dos dois conseguia esconder o cansaço e a organização teve que improvisar duas cadeiras no cenário.
Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.
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O antigo tenista Rod Laver entregou os troféus aos dois fantásticos.