Open Austrália. Djokovic venceu a final que ninguém merecia perder

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Novak Djokovic entrou para a história
REUTERS/Mark Blinch

Novak Djokovic tornou-se no quarto jogador da história a vencer três vezes (2008, 2011 e 2012) o título do primeiro Grand Slam do ano – depois de Andre Agassi (4), Roger Federer (4) e Mats Williander (3).

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

O sérvio não vacilou
REUTERS/Ryan Pierse/Pool

O sérvio não vacilou nos últimos pontos e venceu a final mais longa da história dos Grand Slams depois de 5 horas e 53 minutos.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Djokovic revalidou o título australiano
REUTERS/Tim Wimborne

Djokovic revalidou o título australiano e mantém-se no primeiro lugar do ranking mundial.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Djokovic rasgou a camisola no fim do jogo
REUTERS/Daniel Munoz

“É uma pena que não possa haver dois vencedores”, disse o sérvio no fim do encontro.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Nadal perdeu três finais consecutivas
REUTERS/Mark Blinch

Rafael Nadal entrou na história como o primeiro tenista da era profissional (desde 1968) a sair derrotado de três finais consecutivas de um Grand Slam – Wimbledon 2011, US Open 2011 e agora o torneio australiano.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

A final mais longa de um Grand Slam
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Até este domingo, Mats Wilander e Ivan Lendl detinham a marca impossível de 4 horas e 54 minutos numa final do Grand Slam.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

O encontro teve que ser adiado devido à chuva
REUTERS/Vivek Prakash

O encontro marcado para o fim da tarde (hora australiana) começou mais tarde por causa da chuva.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

O espanhol venceu o primeiro set
REUTERS/Daniel Munoz

No primeiro set, o espanhol ainda fez o mundo acreditar que o ano podia começar de forma diferente.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Nadal foi incansável
REUTERS/Darren Whiteside

Nadal foi sempre incansável, mas aos poucos perdeu o domínio inicial do encontro.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Djokovic controlou o segundo e terceiro sets
REUTERS/Vivek Prakash

Seguro e inteligente, Djokovic controlou o segundo e terceiro sets.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Nervos nas bancadas
REUTERS/Vivek Prakash

Com o passar das horas, os nervos cresciam nas bancadas.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

A namorada de Djokovic sofreu até ao último minuto
REUTERS/Tim Wimborne

A namorada de Djokovic, Jelena Ristic, sofreu até ao último minuto.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Duelo tremendo
REUTERS/Tim Wimborne

O mundo assistia a um duelo tremendo.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Imortais
REUTERS/Vivek Prakash

O encontro ultrapassou todas as capacidades físicas imagináveis. 

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Nadal parecia embalado para a vitória
REUTERS/Daniel Munoz

Nadal venceu o quarto set e parecia embalado para a vitória.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

No fim, foi Djokovic quem festejou
REUTERS/Mark Blinch

Mas no fim, completamente esgotado, foi Djokovic quem festejou no chão da Rod Laver Arena.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Sobre-humano
REUTERS/Toby Melville

O sérvio foi sobre-humano, jogou 20 horas e 51 minutos nos sete encontros em Melbourne.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

No fim do jogo os dois abraçaram-se
REUTERS/Mark Blinch

“Quero desejar ao Rafa e à sua equipa toda a sorte do mundo para o resto da temporada. Espero muitos mais jogos e finais como esta”, disse Djokovic.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Cansaço
REUTERS/Vivek Prakash

Na cerimónia de entrega dos prémios, nenhum dos dois conseguia esconder o cansaço e a organização teve que improvisar duas cadeiras no cenário.

Na centésima edição, o Open da Austrália assistiu a um desfecho épico. Novak Djokovic revalidou o título na final mais longa de um torneio do Grand Slam, depois de um duelo tremendo com Rafael Nadal. Um encontro histórico que só teve um vencedor porque as regras assim o exigem. Não é que nenhum merecesse ganhar, apenas ninguém merecia perder.

Rod Laver
REUTERS/Toby Melville

O antigo tenista Rod Laver entregou os troféus aos dois fantásticos. 

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