Os juros da dívida soberana portuguesa estão hoje a subir a dois e cinco anos, enquanto na Grécia recuam a dois anos mas sobem a cinco anos, no dia em que o Parlamento grego vota o novo resgate ao país.
Os investidores estão preocupados com a possibilidade de a Grécia não ser capaz de cumprir as medidas de austeridade acordadas com o país para que este pudesse ver aprovado pela 'troika’ (União Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional FMI), o novo plano de resgate financeiro no valor de 130 mil milhões de euros, disseram analistas citados pela agência de informação financeira Bloomberg.
Cerca das 09:30, no prazo dos dois anos os investidores pediam um juro de 13,405 por cento para comprar dívida soberana portuguesa (mais do que na terça-feira em que exigiam 12,731 por cento), de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg.
Por sua vez, na maturidade dos cinco anos, os juros exigidos pela dívida portuguesa estavam também pressionados no mercado secundário, situando-se nos 15,281 por cento.
Já ano prazo dos 10 anos, os juros pedidos pelos investidores caíam de 12,433 no dia anterior para 12,375 por cento à mesma hora de hoje.
No entanto, na Grécia, os juros seguiam a descer a dois anos e a subir a cinco anos, bem como na maturidade dos dez anos, fixando-se nos 212,85, 55,269 e 34,032 por cento, respetivamente.
Já em Espanha e em Itália, os juros pedidos pelos investidores subiam em todos os prazos.



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