O político e advogado português António Almeida Santos deixou hoje, em Luanda, um aviso: com 4,3 mil milhões de pobres, a humanidade vai viver uma catástrofe se não houver mudanças políticas profundas.
Advertindo para a urgência dos líderes mundiais ganharem “juízo”,o presidente do PS e autor da obra “Que Nova Ordem Mundial?”, usando a pobreza como referência, adverte que “os pobres não têm nada a perder mas os ricos sim”.
“Ou temos juízo, com mudanças políticas sérias, ou vamos assistir a uma catástrofe”, disse.
Considerando o seu último livro - que hoje lançou em Luanda e que saiu para as bancas em Janeiro em Portugal, “Que nova Ordem Mundial?” - como o seu “testamento político”, Almeida Santos aponta como solução a construção de uma nova ordem mundial com a existência de um “governo” universal, sem que isso signifique o fim total do estado-nação.
“O que julgamos difícil hoje, poderá ser considerado fácil no futuro, como o foi a construção europeia”, disse, referindo-se à sua defesa de uma governação mundial, porque a boa globalização é só isso, “tornar universal o que erra nacional”.




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