Os camiões que têm estado a remover as terras que deslizaram para o tabuleiro da CREL (Circular Regional Exterior de Lisboa) estiveram parados desde domingo, devendo retomar a actividade ainda esta tarde, informou hoje fonte da Brisa.
“Junto ao aterro há muita lama e por razões de segurança os camiões têm estado parados desde domingo”, disse a fonte do gabinete de relações públicas da concessionária da Auto-estrada, adiantando que da parte da tarde os trabalhos de remoção das terras vão recomeçar.
O deslizamento de terras a 22 de janeiro provocou o corte da Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL), entre o nó de Belas, em Sintra, e o IC16 e ainda não há data de reabertura.
Diariamente 60 veículos pesados têm retirado as terras que se encontram no tabuleiro da Auto-estrada, local de onde já foram retirados mais de 80 mil metros cúbicos de terra.
A Brisa já disse que vai reclamar junto dos proprietários do terreno de onde deslizaram as terras que provocaram o encerramento de parte da estrada.
O presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, negou quaisquer responsabilidades da autarquia na deposição de terras naquele terreno e afirmou que o Grupo Espírito Santo era, através do fundo imobiliário Edifundo, é o proprietário.
No entanto, o Grupo Espírito Santo informou depois que a construtora Obriverca é a única proprietária do espaço, através de um fundo imobiliário.
Quanto aos automobilistas que ficam obrigados a seguir por estradas nacionais alternativas, a BRISA recusa qualquer tipo de indemnização ou compensação.
“Este texto foi escrito ao abrigo do acordo ortográfico”




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