Jardel: "Sou como uma bananeira, plantada na área. Mas quando a bola vem..."

por Pedro Candeias, Publicado em 13 de Novembro de 2009   
O i encontrou Jardel em Lisboa e entrou no mundo do antigo goleador do FC Porto e do Sporting. Deitado no quarto do hotel, o brasileiro falou dos pesadelos e dos sonhos. Não perca a versão integral da entrevista na edição em papel de segunda feira.
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“Entre à vontade cara!” Jardel convida o i  para o quarto de hotel lisboeta onde se encontra hospedado. É tempo para uma entrevista com o homem que foi o terror da defesa durante anos em Portugal. Mais pesado e mais velho, Jardel não desarma e diz ter ainda tudo o que é preciso para triunfar. “Sem dúvida nenhuma! Se for para um grande em Portugal serei o melhor artilheiro de Portugal. E até da Europa.” A vida pregou-lhe partidas. Alguns “amigos da onça” também. Procura novo clube, tem convites da América do Sul, e vê-se nos campos por mais “dois ou três anos”. Até aos 39. Porque “o negócio” dele “é o golo”. “Eu era como uma bananeira, plantada lá na área. Mas quando a bola vinha…” E a bola vinha de Drulovic ou de João Pinto, dois dos melhores jogadores com quem já jogou. E quem é o melhor de agora? Para Jardel, nem Messi, nem Kaká, nem Cristiano Ronaldo. Descubra quem é na edição em papel de segunda-feira.


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