O ex-deputado socialista, Paulo Casaca, recebe um subsídio de reintegração na vida activa civil - depois de ter cessado funções como deputados no Parlamento Europeu em Julho passado - de 53412 euros.
O valor corresponde a 14 vencimentos ilíquidos, avança o "Correio da Manhã".
Mas este não é um caso isolado. Também Armando França Alves, que substituiu Fausto Correia no Parlamento Europeu no final de 2007, conta com 3815 euros. O o apoio social concedido a Armando França Alves diz respeito a um vencimento ilíquido.
José Sócrates extinguiu o subsídio de reintegração em 2005, mas o novo regime legal manteve um período de transição.
Paulo Casaca que, esteve envolvido numa polémica por causa do grupo iraniano Mujahedin do Povo, considera a atribuição do subsídio de reintegração "razoável", e deixa claro que esta norma não deveria ter sido extinta mas substituída por um regime equivalente ao subsídio de desemprego. "Durante este tempo [desde Julho], não tive qualquer remuneração", diz Casaca. E, apesar de a lei não o prever, garante: "Se tiver um emprego estável no privado, deixo de receber o subsídio", salienta o mesmo jornal.




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