Foi construída a 100 metros de profundidade, perto de Génova, na Suíça, para recriar o que aconteceu há 14 mil milhões de anos atrás - o Big Bang que deu origem ao universo.
A Hadron Collider representa um investimento de 4,9 mil milhões de euros e é o projecto científico mais ambicioso de sempre; só que, até agora, todas as tentativas de a pôr em funcionamento saíram furadas.
A última peripécia é peculiar e digna de um filme: um pássaro largou um bocado de uma baguette no acelerador de partículas, que voltou a avariar. As várias partes da máquina, que disparam protões pelo túnel de 27 quilómetros de comprimento, sobreaqueceram, levando a que a máquina ficasse danificada.
Este é o último de uma série de acontecimentos que têm trazido dúvidas à comunidade científica: será a máquina capaz de recriar o dito Big Bang? "Isto é tão complicado e tão grande que está destinado a ter problemas de vez em quando", tranquiliza Mike Larmont, que trabalha no Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (CERN), onde o acelerador de partículas está construído.




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