As tecnologias que permitem aos empregados trabalhar fora do local de trabalho estão a fazer crescer um novo fenómeno:
estágios virtuais.
Os empresários têm vindo a aperceber-se que as tecnologias relacionadas com a Internet, como o e-mail, os chat e as redes sociais, podem ser usadas para libertar os estagiários das paredes dos escritórios.
Para muitos estudantes ou recém licenciados, fazer um estágio pode ser uma forma proveitosa de ganhar experiência de trabalho e a flexibilidade oferecida pelo trabalho à distância oferece àqueles novas oportunidades.
Os estagiários virtuais não precisam de estar na mesma cidade que o seu empregador, nem sequer precisam de viver no mesmo país. E
a possibilidade de trabalhar em casa permite ao estagiário ter um trabalho a tempo inteiro. Às vezes, um problema como
a falta de espaço ou lugares num escritório, pode deixar de ser um problema se os empregadores optarem por ter estagiários virtuais.
A
Urban Interns (EUA), um mercado de trabalho online para quem procura um estágio ou um trabalho em part-time, assegura que no passado mês de Setembro,
24% dos empregos oferecidos no site eram empregos virtuais.
Um dos fundadores do site, Cari Sommer, diz que “os estágios virtuais também permitem aos empregadores encontrar talentos que não existam na sua área geográfica”.
O
Enternships (Reino Unido) é outro site do género. Os seus proprietários garantem que
um terço dos estágios oferecidos pelo site são virtuais. Os responsáveis pelo site admitem que pode ser um risco para o empregador pôr uma pessoa a trabalhar virtualmente, mas admitem que também pode oferecer muitas vantagens, tanto a quem oferece como a quem procura um estágio ou trabalho.
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