Foi pedido a um estudante de quinze anos que relatasse o olhar que ele e os amigos têm acerca da indústria de entretenimento. O que se esperava de Matthew Robson, estagiário na Morgan Stanley, não era muito. Mas o que os analistas de media não esperavam era um relatório tão expressivo sobre os hábitos e gostos dos adolescentes. "Foi o relatório mais claro e mais provocador a nível intelectual que alguma vez vimos", disseram os analistas.
Na sua análise, Robson disse que os adolescentes gastam dinheiro em consolas de jogos, vídeos e concertos de música, e ignoram os jornais. Depois do relatório, Edward Hill-Wood, Patrick Wellington e Julien Rossi, analistas da empresa, não se cansam de citar o adolescente.
As primeiras conclusões de Robson referem que os adolescentes não utilizam o Twitter, reenviam publicidade e adquirem músicas e filmes através de plataformas online, ao mesmo tempo que preferem ouvir música através da internet do que pela rádio, já que aí têm a possibilidade de escolher as canções que querem ouvir.
Do relatório consta ainda a conclusão de que para a maioria dos adolescentes, os jornais e outros media impressos são "irrelevantes" enquanto que os concertos de música e os filmes se vão tornando, cada vez mais, dos poucos beneficiários do "investimento adolescente". Outra das conclusões do jovem de quinze anos é a de que os adolescentes são muito activos quando se trata de participarem em redes sociais, como o Facebook.




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