A Polícia Judiciária (PJ) suspeita que os ex-administradores dos CTT, Carlos Horta e Costa e Manuel Baptista, possam ter beneficiado de um milhão de euros resultantes de luvas por negócios ruinosos, mas o processo enviado ao Ministério Público, com proposta de acusação, não faz qualquer alusão a eventual financiamento do PSD. Fonte da PJ envolvida na investigação assegura que uma coisa é haver suspeitas envolvendo militantes do PSD, outra indícios de financiamento partidário, como avançou hoje o Jornal de Notícias.
O JN sustenta que a confirmação das suspeitas mais graves da PJ, relacionadas com eventuais subornos recebidos por responsáveis da empresa e políticos, estão dependentes do termo de diligências de investigação junto do BPN.
A PJ remeteu ao Ministério Público a proposta de acusação de dirigentes e funcionários administrativos dos CTT com suspeitas de corrupção, tráfico de influência, fraude fiscal, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e prevaricação. No total, o processo envolve 52 arguidos, oito dos quais empresas.




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