Uma criança de 14 anos foi a única sobrevivente do acidente do Airbus 330-300 da companhia aérea Yemenia.
A rapariga foi a única a ser encontrada viva pelas equipas de salvamento, embora tenham surgido notícias de que teriam sido encontrados outros dois sobreviventes: um rapaz de cinco anos e o piloto do avião. Estas notícias não foram, entretanto, confirmadas pelas autoridades responsáveis pelas buscas nem pela companhia aérea.
O avião da companhia estatal Yemenia Comoros despenhou-se ontem, no Canal de Moçambique, no Oceano Índico. Ainda não se conhece o paradeiro dos 142 passageiros e 11 tripulantes que iam a bordo do voo, na rota Iémen-Comores. 66 deles são franceses.
A CNN diz que o avião era um Airbus A310 que terá saído de Sanaa, capital do Iémen, por volta das 21h30, hora local (19h30 em Portugal) para uma viagem de cerca de quatro horas e meia. O acidente terá ocorrido a uma hora de distância de Moroni, capital das Comores.
Segundo os media internacionais, as Comores, arquipélago composto por três ilhas situado no canal de Moçambique (a cerca de 300 quilómetros a Noroeste de Madagáscar) não dispõe de meios de busca e salvamento no mar. As poucas equipas de resgate disponíveis já estão em campo e já encontraram destroços e alguns corpos ao largo do arquipélago, tendo afirmado aos jornais que "ainda não se sabe se há sobreviventes".
A França vai, entretanto enviar dois navios e um avião Transall para o local do acidente, anunciou o Estado-Maior das Forças Armadas em Paris.




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