A autópsia ao corpo de Michael Jackson, feita sexta-feira, afasta a possibilidade de a morte do cantor ter sido um crime. Os familiares suspeitam que a causa possa ser a quantidade de medicamentos tomados pelo cantor.
Em conferência de imprensa, um porta-voz do Instituto Médico-Legal afirmou que não há "nenhum sinal de traumatismo exterior nem qualquer indício de que um crime tinha sido cometido."
Os resultados definitivos da autópsia não serão conhecidos antes de "quatro a seis semanas", precisou no entanto o porta-voz, Craig Harvey, acrescentando que "o médico legista pediu outras análises, entre elas, a de toxicologia."
"Neste momento, uma vez que há testes ainda por fazer, não podemos afirmar qual a causa da morte", continuou.
No entanto, Michael Jackson estaria com um médico cardiologista quando se sentiu mal, segundo avançou uma fonte próxima do caso mas não identificada à Associated Press.
Já o jornal britânico "The Guardian" adianta a hipótese de a polícia norte-americana procurar o médico que tratou Michael Jackson antes de este ter sido levado para o hospital, que desapareceu depois da morte do cantor. As desconfianças da polícia justificam-se não só pelo desaparecimento do médico, mas também pelo facto de este não ter assinado a certidão de óbito, um procedimento normal nestes casos.




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