A Quinta da Bacalhôa tem história longa e complexa. A sua origem remonta a mais de 600 anos havendo documentos que a dão na posse de reis desde D. João I, até D. Manuel I entrando por volta de 1528 na posse da família de Afonso de Albuquerque, mais propriamente do seu filho Braz de Albuquerque, homem de estudos, que trouxe de Itália algumas ideias que aplicou na sua propriedade. Conservou-se na posse da família por muitos anos, com imensas peripécias pelo meio, que não cabem neste espaço.
Em 1936, o Palácio da Bacalhôa, muito arruinado e em grande estado de degradação foi comprado e restaurado por uma senhora americana de seu nome Orlena Scoville. O seu neto iniciou a tarefa de tornar a Bacalhôa numa grande e afamada produtora de vinhos. Conseguiu colocar a quinta entre as principais do ramo na década de 70 do século XX.
Actualmente, a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, liderada pelo Comendador José Berardo. Foi classificada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) como Monumento Nacional em 1996.
Além da produção de vinhos, a Quinta da Bacalhôa pode ser visitada. Poderá ver peças únicas da colecção de arte privada, passando pelos jardins e vinhas até à casa do lago onde se encontra o primeiro azulejo datado em Portugal.



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