Pub


Por Agência Lusa
publicado em 3 Fev 2014 - 18:11
// 

Novos cursos superiores de dois anos são aprovados quinta-feira
Os novos cursos destinam-se a jovens com mais de 18 anos que tenham terminado o secundário ou a quem falte apenas uma disciplina para terminar o 12.º ano

As regras dos cursos superiores de curta duração serão aprovadas quinta-feira em Conselho de Ministros mas os politécnicos temem que o diploma tenha de ser alterado antes de entrar em vigor, uma vez que existem questões “criticas”.

As praxes académicas e os novos cursos superiores foram os principais temas debatidos hoje de manhã no Palácio das Laranjeiras, onde estiveram reunidos o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, e os representantes dos institutos politécnicos.

No final do encontro, o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato, saudou a decisão de "finalmente" ser aprovado em Conselho de Ministros o diploma que vai definir as regras de funcionamento dos novos cursos superiores, que terão a duração de apenas dois anos.

No entanto, Joaquim Mourato lamentou a falta de informação sobre estes cursos que vão começar a funcionar no próximo ano letivo nos politécnicos.

Neste momento, sabe-se que além das licenciaturas, mestrados e doutoramentos, no próximo ano letivo deverá haver a possibilidade de estudar para um novo grau académico: o de Técnico Superior Profissional, que é uma “espécie de meia licenciatura”, exemplificou o secretário de estado.

Os novos cursos destinam-se a jovens com mais de 18 anos que tenham terminado o secundário ou a quem falte apenas uma disciplina para terminar o 12.º ano, disse Ferreira Gomes, explicando que no caso de não terem o secundário completo, os alunos podem fazer as disciplinas que faltam "ao longo do 1.º ano" do curso superior.

Os cursos também vão implicar o pagamento de uma propina anual, que será fixada pelos politécnicos. Segundo Ferreira Gomes, o valor máximo da propina não poderá ultrapassar o valor das licenciaturas "mas, provavelmente, será um valor menor”.

Para aceder aos novos cursos, os alunos não terão de fazer exames nacionais mas sim uma prova local no instituto onde pretendem ingressar.

“As empresas terão um papel crucial que é dizer quais são as suas necessidades e depois acolher estes jovens. Estes são cursos de dois anos. No primeiro ano é dada formação geral. No 2.º tem um primeiro semestre de formação profissionais e um segundo semestre é estágio numa empresa”, explicou o secretário de estado.




Pub


 

Pub

Pub

Pub

Pub

Pub













X
Introduza o seu endereço de e-mail.
Introduza a senha associada ao seu endereço de e-mail.
  • Sign in with Twitter
A carregar