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Por Jornal i
publicado em 26 Jan 2012 - 03:00
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Megaupload. Polícia prende estoniano e eleva para cinco número de detidos
Departamento de Justiça dos EUA confirma detenção de Andrus Nomm, de 32 anos

Uma quinta pessoa foi detida no âmbito do caso Megaupload, confirmou uma fonte do Departamento de Justiça dos EUA à agência de notícias americana Associated Press (AP).

Segundo a mesma fonte, a polícia holandesa prendeu Andrus Nomm, de 32 anos, natural da Estónia.

Depois do fundador do portal, o alemão Kim Schmitz, e de mais três funcionários da empresa, Finn Batato, de 38 anos, chefe técnico do portal de armazenamento e descarga de arquivos, Mathias Ortman, de 40 anos, co-fundador e o holandês, Bram Van Del Kolk, de 29 anos, serem detidos na passada sexta-feira em Auckland, na sequência de uma operação coordenada pelo FBI (“Departamento Federal de Investigação”, em português), sobe assim para cinco o número de detidos no caso Megaulpload.

Schmitz, fundador do portal e mais conhecido por Kim Dotcom, vai continuar detido, depois de um tribunal da Nova Zelândia lhe ter recusado ontem o pedido de libertação sob fiança por entender que há risco “real” e “significativo” de fuga do país. Segundo o juiz David McNaughton, existe uma grande probabilidade do informático conseguir dinheiro ou outros meios para fugir para a Alemanha, de forma a evitar a extradição para os EUA. Sendo assim, Kim Dotcom permanecerá sob prisão preventiva até ao próximo dia 22 de Fevereiro, altura em que está marcada uma audiência sobre o pedido de extradição reivindicado por Washington.

Julgamento pode durar anos

O processo judicial contra Schmitz por alegada pirataria informática pode durar anos, defende Rick Shera. O jurista da empresa Lowndes Jordan disse à rádio “Nova Zelândia” que se trata “do primeiro caso de extradição por violação dos direitos de autor na Nova Zelândia” e, para além disso, trata-se de um complexo processo “muito raro no resto do mundo”. Rick Shera considera que para o alemão ser extraditado para os EUA a procuradoria-geral neozelandesa deverá provar que os crimes que lhe são imputados também constituem delitos punidos no país com penas superiores a 12 anos de prisão. Se a justiça neozelandesa aprovar a extradição, os acusados serão então julgados nos EUA pela suspeita de crime organizado, branqueamento de capitais e violação da lei de direitos de propriedade intelectual, delitos pelos quais podem ser condenados a uma pena máxima de 50 anos de prisão.




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