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Por Jornal i
publicado em 9 Mar 2012 - 03:00
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“Le Monde Diplomatique”. Nova edição chega hoje às bancas
A partir de hoje, a versão portuguesa do jornal francês apresenta uma imagem renovada: novo formato, papel e grafismo

A edição portuguesa do “Le Monde Diplomatique” chega hoje às bancas com um novo formato, papel e grafismo. Para além disso, o jornal de peridiocidade mensal também duplicou o seu número de páginas, passando agora a ter 48.

O objectivo é simples: “Apresentar uma publicação mais manuseável e, sobretudo, mais fácil de ler”, explica ao i a directora do “Le Monde Diplomatique” em Portugal. “A nova forma de ler, associada ao aumento da área impressa, apropria-se mais ao ritmo dos textos, em que se procura abordar a informação com profundidade”, acrescenta Sandra Monteiro.

Contudo, e tal como acontece em 27 línguas e 84 edições estrangeiras, o “Le Monde Diplomatique” em português dedica-se à actualidade nacional e internacional, à informação nas áreas política, económica, social, cultural e ambiental. “Criticamos todas as engenharias geradoras de crises, sofrimento social e desastre económico com que o neoliberalismo vem destruindo o nosso viver comum. Mas é também obrigatório dar a devida importância ao papel do campo mediático na formação da opinião pública”, diz Sandra Monteiro.

Como tal, na edição portuguesa existe uma dupla abordagem sob o campo mediático: a teórica e a prática. “Da primeira fazem parte as análises e reflexões que publicamos sobre o que observamos; na segunda inscreve-se o próprio modelo cooperativo de produção que escolhemos para este projecto e que, por muitas dificuldades e imperfeições que tenha, nos permite surgir no panorama da informação com uma voz própria, autónoma, independente de todos os poderes”, afirma a directora da publicação.

O jornal conta com uma rede internacional de jornalistas, investigadores académicos, sindicalistas, escritores e artistas visuais para a produção dos seus artigos, apostando no pluralismo de informação. “Pretendemos criar uma ligação mais coesa entre este outro modo de fazer que praticamos e o outro modo de ler que agora propomos aos leitores, aos de sempre e aos novos. A eles caberá avaliar a experiência que lhes propomos. Outras virão”, sublinha Sandra Monteiro.

Em Setembro de 2006 foi criada a cooperativa cultural Outro Modo, por iniciativa de algumas dezenas de pessoas, com o objectivo de relançar o “Le Monde Diplomatique” em Portugal, cuja publicação foi suspensa em Abril de 2006, após sete anos de ininterrupta publicação mensal.




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