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Por Agência Lusa
publicado em 21 Fev 2013 - 14:26
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CDU. Candidatura de João Ferreira a Lisboa procura uma renovação na cidade

O candidato da CDU à presidência da Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas deste ano, João Ferreira, apresentou-se hoje como uma alternativa à cidade e ao país e uma renovação da presença comunista na capital.

"A CDU apresenta-se nestas eleições pronta a assumir todas as responsabilidades, incluindo a presidência da Câmara. Apresentamo-nos hoje, como a alternativa política imprescindível para abrir campo à política alternativa de que Lisboa e o país precisam", afirmou João Ferreira.

O PCP avança para as próximas eleições autárquicas, que devem ser marcadas para outubro, em coligação com o PEV e a Intervenção Democrática, depois de recusar, em congresso e assembleia distrital, uma coligação com o PS, para a qual o atual presidente da câmara e recandidato socialista, António Costa, tinha mostrado abertura.

"Quer pela análise que fazemos do último mandato e dos que o antecederam, quer pelo projeto que defendemos para a cidade, que conflitua nos eixos essenciais do que têm sido as políticas do PS, é inviável qualquer coligação da base da continuação do que têm sido essas políticas", explicou o candidato.

Entre as críticas de João Ferreira estão as "negociatas de terrenos", como a permuta do Parque Mayer e da Feira Popular, a reforma administrativa ou a manutenção de espaços "emblemáticos para a cidade", como o Pavilhão Carlos Lopes, encerrados.

Do lado das medidas, o PCP promete criar emprego, reverter a degradação do transporte público, e desenvolver políticas ambientais sustentáveis, desportivas, sociais e habitacionais que fixem a população em Lisboa.

João Ferreira disse que a candidatura da CDU é "um projeto aberto e em construção" e que o programa eleitoral "não será construído [com a equipa] fechada em quatro paredes".

Para já, o candidato vai continuar o seu mandato como deputado no Parlamento Europeu.

"As exigências de uma função de presidente da Câmara de Lisboa são evidentemente incompatíveis com a manutenção desse mandato. Como estamos convictos de que é possível a CDU conseguir alcançar a presidência da Câmara de Lisboa, no dia seguinte estarei aqui, abdicando naturalmente desse mandato", afirmou.

Caso não vença as eleições, o candidato comunista assegurou que a CDU assumirá, "coletiva e individualmente", as responsabilidades que a população de Lisboa lhe atribuir.




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