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Por Agência Lusa
publicado em 13 Mar 2013 - 08:44
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Câmara de Lisboa discute hoje propostas sobre mobilidade na cidade

A Câmara de Lisboa discute hoje várias propostas relacionadas com a mobilidade da cidade, como o recuo na rede de bicicletas de uso partilhado e o pagamento de parte de uma ponte ciclável sobre a Segunda Circular.

Na agenda da reunião de executivo de hoje está o recuo na adjudicação da criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado à JCDecaux Portugal, que venceu o concurso público para a aplicação do sistema, pelo agravamento da crise económico-financeira no país.

“A crise motivou um compasso de espera e diligências no sentido de tentar ainda viabilizar o projeto em questão”, mas o agravamento da situação nacional tornou “inevitável reconhecer a impossibilidade de prosseguir com o projeto”, explica o vereador do Espaço Público, José Sá Fernandes, na proposta que hoje vai à reunião.

O projeto avançou em 2008 (no primeiro mandato de António Costa à frente da Câmara de Lisboa), depois de alguma resistência nos órgãos municipais, com o objetivo de ter 2.500 bicicletas de uso partilhado distribuídas por 250 postos na cidade, a funcionar no ano seguinte.

Três anos depois, a JCDecaux admitiu “constrangimentos financeiros”, mostrando-se disponível para avançar apenas com uma “fase piloto” com um quinto do número de bicicletas e de estações.

A comparticipação da construção da ponte ciclo-pedonal sobre a Segunda Circular em 465.000 euros é outra das propostas em destaque na discussão de hoje.

Esta ponte, que tinha conclusão prevista para a primavera do ano passado, tinha um custo estimado de 1,2 milhões de euros e seria construída pela Fundação Galp Energia, no âmbito de um protocolo que a entidade estabeleceu com a Câmara de Lisboa em 2009 para promover formas de mobilidade mais sustentável na cidade.

Um ano depois do prazo estimado para a conclusão da ponte, o custo das obras aumenta para 1,365 milhões e a execução do projeto passa para a Lisboagás, empresa do grupo Galp Energia, segundo a proposta a discutir.

No entanto, porque a empresa “só consegue disponibilizar para este projeto a verba de 900.000 euros”, a Câmara de Lisboa propõe “comparticipar no valor remanescente, que não ultrapassará o valor de 465.000 euros, mediante a doação em pagamento de taxas de ocupação de subsolo devidas pela Lisboagás ao Município de Lisboa”.




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