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Por Jornal i
publicado em 10 Mar 2012 - 03:00
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CAEM defende audiências. RTP está isolada nas críticas à GFK
Para a Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM) é necessário dois meses para o novo painel estabilizar, “tal como está definido no contrato”

“Balanço da primeira semana confirma grande parte dos dados que já existiam em Fevereiro”, afirmou ontem Luís Marques. Para o presidente da CAEM, “as críticas que têm sido feitas à GFK têm sido muito injustas” pois os dados “confirmam a esmagadora maioria da informação que todos os associados (RTP, TVI, SIC, ZON e Meo) tinham até 29 de Fevereiro”, ou seja, durante a fase de testes. No entanto, Luís Marques admite que o painel de medição de audiências da GFK têm de ser “afinado e melhorado”. Relembra, contudo, que são necessários “dois meses para o estabilizar, tal como está definido no contrato”, explicou. Durante a conferência de imprensa sobre o balanço da primeira semana de medição de audiências do grupo GFK, Luís Marques aproveitou também para revelar que entre Janeiro e Fevereiro, a Marktest (empresa que antes fazia a medição das audiências em Portugal) registou 53 situações de audiência a zero em vários canais televisivos, desdramatizando assim as polémicas sobre as audiências, principalmente as da RTP1.

No entanto, esta quinta-feira, a CAEM assinou um protocolo de cooperação com a Marktest onde licencia “às empresas do grupo a utilização dos dados oficiais de audiências de televisão para utilização nos seus produtos comerciais”.

“O sinal de satélite falhou” Exactamente devido à mais recente polémica em volta da RTP e da GFK, em que na passada terça-feira o programa “Portugal no Coração” esteve durante 30 minutos com a audiência a zeros, Fernando Cruz, director-geral da CAEM, explicou que o sucedido deveu-se a uma falha no sinal de satélite. “A GFK tem duas centrais de gravação em duas cidades diferentes em Portugal e ainda uma central de redundância fora do país para garantir a reposição dos dados em casos de falha de energia. Por uma questão de qualidade de som, a GFK colocou a emissão em satélite e o sinal falhou, daí a ausência de dados”, explicou. Acrescentando: “Existe uma cópia de segurança, como tal, a informação será reposta”.

“Não comentamos correspondência” Em relação ao ultimato de 48 horas feito pela RTP, o presidente da CAEM apenas afirmou: “Não comentamos troca de correspondência em público”.




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