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Por Agência Lusa
publicado em 13 Nov 2013 - 08:33
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OMS classifica desastre natural nas Filipinas com categoria mais elevada
A ONU instou, esta terça-feira, a comunidade internacional a enviar ajuda no valor de 301 milhões de dólares (224 milhões de euros) para responder, durante os próximos seis meses, à situação de emergência no país

A Organização Mundial de Saúde qualificou com categoria 3 – o nível mais elevado – a catástrofe causada pelo tufão Haiyan na região central das Filipinas, onde há centenas de milhares de pessoas sem acesso a água e comida.

Hospitais de campanha, pessoal médico, medicamentos outras provisões foram enviados para as Filipinas, indicou, em comunicado, emitido esta noite, a OMS, que equiparou a devastação provocada pelo Haiyan à do tsunami do Índico, de 2004, ou ao terramoto que assolou o Haiti, em 2010.

A OMS “está a coordenar todos os aspetos relacionados com a saúde nesta emergência para garantir que os suprimentos são enviados com rapidez para os lugares onde há danos maiores, como em Tacloban, Cebu e costa leste de Leyte”, referiu.

A organização indicou que os hospitais de campanha e equipas médicas da Bélgica, Israel, Noruega e Japão já se encontram na região de Visayas, no centro do arquipélago, estando a caminho delegações da Austrália e da Alemanha.

As necessidades decorrentes da devastação provocada pelo tufão são “significativas”, avaliou a OMS, ao alertar que a ingestão de água contaminada e a falta de instalações sanitárias apropriadas podem desencadear doenças infeciosas que rapidamente se alastrariam.

A ONU instou, esta terça-feira, a comunidade internacional a enviar ajuda no valor de 301 milhões de dólares (224 milhões de euros) para responder, durante os próximos seis meses, à situação de emergência que se vive nas Filipinas.

As autoridades filipinas elevaram hoje o número de mortos confirmados para 1.833, com o mais recente balanço do Conselho de Gestão e Redução de Desastres das Filipinas a informar ainda do registo de 2.623 feridos e de 84 desaparecidos.

O Presidente filipino, Benigno Aquino, descartou, esta noite, a hipótese de o número de vítimas mortais alcançar os dez mil, como estimou a ONU, tendo calculado o número de mortos entre 2.000 e 2.500 numa entrevista à CNN.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela Agência Lusa




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