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Por Francisco Castelo Branco
publicado em 22 Nov 2013 - 05:00
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A morte de John Kennedy ainda não foi totalmente esclarecida
Cinquenta anos após a morte de JFK aumentam as teorias sobre o que realmente se passou em Dallas

Há cinquenta anos, os Estados Unidos da América (EUA) choraram a morte do presidente John Fitzgerald Kennedy. O país e o mundo ficaram em choque com a notícia do assassinato daquele que era um dos homens mais importantes do mundo.

Lee Harvey Oswald foi considerado o único responsável pela morte do presidente. No entanto, ao longo deste meio século surgiram inúmeras teorias da conspiração relativamente à verdadeira autoria do crime.

As primeiras investigações que se iniciaram em 1964 concluíram que Oswald actuou sozinho. O processo reaberto por iniciativa do presidente Gerald Ford obteve uma conclusão diferente, já que apontou o autor do crime como estando ao serviço de uma organização.

De acordo com o livro "They Kill our President" da autoria do governador do Minnesota, o antigo presidente foi alvo de uma conspiração orquestrada por um poder na sombra que governa os EUA. Por seu lado, Robert Dallek autor do livro "An unfinished life" afirmou que "Oswald nunca poderia ter matado uma pessoa importante como era o presidente". As conspirações chegaram ao ponto de culpar a CIA e o pai pela morte de Kennedy.

Não é só a autoria material do crime que ainda se discute. Um outro ponto de polémica diz respeito ao número de tiros que foram disparados em Dallas. Os peritos independentes revelaram que da espingarda de Lee Oswald saíram três balas. O segundo e terceiro tiros atingiram o presidente, mas também o governador John Connally, ficando por revelar o destino da primeira bala. As autoridades norte-americanas concluíram que o primeiro tiro atingiu uma árvore tendo ido parar ao chão. No entanto, uma investigação recente da National Geographic abriu a possibilidade do disparo ter embatido num semáforo que protegeu o carro onde estava o presidente.

Na terça-feira, Barack Obama participou nas comemorações do 50º aniversário da morte de John Kennedy. O actual presidente dos EUA classificou o malogrado líder como "resistente, firme, destemido e divertido".

Cinquenta após a sua morte, ainda se discute qual teria sido o caminho trilhado pelos EUA caso o mediático presidente não tivesse sido assassinado. Jeff Grenfield pensa que "seria bem diferente. O autor do livro "If Kennedy lived" considera que os EUA não "tinham ido para o Vietname".




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