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Por Agência Lusa
publicado em 17 Fev 2013 - 17:28
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Militares dos EUA alertam para efeitos negativos dos cortes na Defesa

O chefe do Estado Maior norte-americano, general Martin Dempsey, alertou hoje para os efeitos dos cortes que vão ser aplicados na Defesa a 1 de março considerando que eles vão aumentar o tempo de reação e as baixas.

"Isto quer dizer que quando forem necessárias forças, quando se precisar de uma opção para uma ameaça especifica, levaremos mais tempo a reagir" e "o tempo geralmente traduz-se em baixas no meu trabalho" disse Martin Dempsey numa entrevista a uma rádio.

Os cortes automáticos foram decididos como medida de pressão no verão de 2011 para que republicanos e democratas chegassem a acordo sobre cortes de longo prazo para reduzir o défice.

Apesar de ambos os partidos quererem evitar os elevados cortes previstos para os próximos anos (1,2 mil milhões de dólares), estão previstos cortes a partir de 1 de março caso não seja conseguido um acordo para combater o défice.

O general Dempsey assegurou que, apesar de tudo, as Forças Armadas não vão falhar quando forem chamadas a intervir em caso de ameaça à nação.

"Mas deveríamos envergonhar-nos se enfrentarmos este temporal à custa dos que que escolheram servir o país de uniforme", acrescentou.

Martin Dempsey, que é o principal conselheiro militar da Casa Branca desde há dois anos, também defendeu que as Forças Armadas dos Estados Unidos devem adaptar-se às alterações demográficas e sociais do país e congratulou-se por se terem dado passos para permitir que as mulheres possam assumir posições de combate.

"A nossa população masculina em idade militar está a reduzir-se, por isso isto é um assunto prático. Se em 2020 vamos necessitar de mulheres jovens e vamos ter que atrair diversidade e talento, porque não fazê-lo agora?", disse Dempsey.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa




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