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Por João D' Espiney
publicado em 16 Jul 2013 - 13:00
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Banqueiros portugueses estão no top europeu dos mais bem pagos
Onze banqueiros ganharam, em média, 1,6 milhões de euros em 2011. Esta é a 8.ª remuneração mais elevada numa lista de 19 países

Portugal tinha 11 banqueiros a ganhar mais de um milhão de euros em 2011, menos dois do que em 2010. Cada um deles auferiu, em média, 1,6 milhões, o que coloca o país no oitavo lugar de um ranking com 19 países.

O relatório divulgado ontem pela Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês), com base na informação disponibilizada pelos bancos centrais, revela que o ranking é liderado por Espanha, Grécia e Áustria. Os 125 banqueiros espanhóis com salários acima de um milhão de euros receberam, em média, 2,4 milhões de euros em 2011, o que representa um acréscimo de 182 678 euros em relação à remuneração média auferida em 2010.

A banca espanhola está sob resgate da União Europeia e FMI desde 2012.

De acordo com a análise do i aos números da EBA, numa lista de 18 países (com dados comparáveis), em sete verificou-se um aumento da remuneração média dos banqueiros. Portugal surge em sexto lugar nesta lista com um acréscimo de 142 405 euros face a 2010.

A informação cobre todos os bancos a operar em cada país, incluindo sucursais e filiais de grupos da União Europeia. A EBA não revela o número total de banqueiros cujo salários foram analisados em cada país. A análise surge na sequência do reforço das políticas europeias de supervisão sobre a banca e sobre os prémios pagos no sector, sobretudo após a crise financeira que obrigou vários estados a nacionalizarem e/ou financiarem bancos em dificuldades.

As maiores subidas nas remunerações verificaram-se na Eslováquia, Chipre e Áustria. Em sentido oposto, o Reino Unido, Itália e Noruega foram aqueles em que a remuneração média mais caiu em relação ao ano anterior.

A lista dos países com o maior número de banqueiros a ganhar mais de um milhão de euros continua a ser liderada, e por larga margem, pelo Reino Unido com um total de 2436. Ainda assim, este número representou a segunda maior diminuição em relação ao ano anterior. A maior quebra (-130) ocorreu em França, que passou a ser o terceiro em termos absolutos com 162. Os franceses foram ultrapassados pela Alemanha que, apesar de ter perdido 25 executivos com este nível salarial, ainda ficou com 170 em 2011.




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