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Por Jornal i
publicado em 9 Mar 2012 - 03:00
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Simão. Salvio quem puder deste Besiktas
Equipa de Carvalhal é despachada em três tempos pelo Atlético Madrid (3-1 no Calderón) e só o golo do português anima os turcos

Era uma vez... As histórias começam todas assim mas nenhuma se repete por mais gloriosa ou desastrosa que seja. Por incrível que pareça, o Besiktas repete a má exibição do jogo em casa com o Braga e apanha 3-1 do Atlético Madrid no Vicente Calderón.

Ponto prévio: o Besiktas é das equipas mais anárquicas do futebol europeu. Há talento mas falta rigor defensivo. Há experiência mas falta jogo de equipa. Há tudo e mais alguma coisa, incluindo altos e baixos com uma espantosa frequência. Da glória à bancarrota, num ápice. E sem passar pela casa de partida. O Besiktas entra no Calderón e nem se apercebe do atropelo. Aos 24’, Salvio faz o 1-0. Aos 27’, o ex-benfiquista aumenta. Aos 36’, Adrián fixa o 3-0. Assim como quem não quer a coisa, o Atlético afunda o Besiktas, algo que o Braga podia ter feito em Istambul, não fosse a falta de pontaria deste e daqueloutro.

Três-zero ao intervalo. Resignado, o Besiktas só quer minimizar os estragos na segunda parte. Porque a derrota, essa, já está confirmada. É a 13.a da época, a quarta consecutiva. Depois do 1-0 do Braga em Istambul, mais equívocos com Galatasaray, Trabzonspor e agora Atlético Madrid. A equipa de Carvalhal (no banco), Quaresma, Simão, Manuel Fernandes (todos titulares) e Hugo Almeida (lesionado) parece um cavaleiro sem cabeça

Por culpa de Simeone, o treinador que entra no Atlético como um furacão e mete a equipa a jogar futebol. No minuto inicial, Quaresma perde a bola e Salvio quase marca. Aos 3’, Falcao perdoa o 1-0. Aos 18’, Salvio falha o remate de baliza aberta. Enfim, a defesa do Besiktas é uma gelatina e treme por todos os lados. Disso se aproveita o Atlético para fazer uma maravilhosa primeira parte com dois belos golos de Salvio, um deles com um chapéu à Messi, e um outro de Adrián numa correria desde o meio-campo.

O Besiktas acusa o toque e reage. O golo da esperança é de Simão, num remate em arco mas sem flecha – o português, ex-Atlético, nem festeja, como aliás prometera, por amor ao antigo clube.





 

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