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Por Jornal i
publicado em 9 Mar 2012 - 03:00
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Hélio Pinto. “Desde que saí nunca mais paguei as quotas do Benfica”
Formatado no Benfica entre 1999 e 2004, o médio português só quer continuar a sonhar com a Champions ao serviço do sensacional Apoel Nicósia

Artur (brasileiro), Maxi Pereira (uruguaio), Luisão (brasileiro), Jardel (idem), Emerson (idem idem) , Javi García (espanhol), Witsel (belga), Bruno César (brasileiro), Gaitán (argentino), Cardozo (paraguaio) e Rodrigo (brasileiro mascarado de espanhol). Com que então o Benfica joga sem portugueses? Porque isto, porque aquilo, e então? Está nos quartos- -de-final da Champions pela terceira vez da sua história.

O Apoel, a grande sensação da Liga dos Campeões, é quase tão internacional como o Benfica. Na maior noite da sua história, em que eliminam o Lyon, os cipriotas jogam com Chiotis (grego), Paulo Jorge (português), Marcelo Oliveira (brasileiro), Poursaitides (grego), Ailton (brasileiro), Solari (argentino), Manduca (brasileiro), Nuno Morais (português), Hélder Sousa (português), William Boaventura (brasileiro) e Charalambides (este sim, cipriota de gema e, claro, capitão de equipa). Como se vê, o Apoel é uma imensa torre de Babel e dá resultado lá fora. Até porque falta um português nesse onze.

Hélio Pinto é uma espécie de Aimar. Não pelo penteado nem pelo toque de bola. Muito menos pelo número da camisola. O número 23 do Apoel falha o jogo com o Lyon por ter visto o terceiro amarelo na Champions. Na ressaca da inédita qualificação para os quartos-de-final, o i podia ter falado com os heróis Manduca (autor do 1-0) ou Chiotis (dois penáltis defendidos no desempate). Podíamos, de facto, mas não seria a mesma coisa. Calha falarmos com Hélio Pinto. O mais utilizado na Champions, em jogos (12) e minutos (1062), e também um homem formatado no Benfica depois de dois anos nos iniciados do Portimonense.

É a ele que o i telefona. É o 00357 qualquer coisa. Do outro lado atende Hélio Pinto. Descontraído e sem manias. Simples, portanto.

Hélio, bom dia. Como vai esse sonho?

Não nos acordem, se faz favor. Deixem--nos estar assim mais uns tempos. É uma sensação óptima.

O Hélio não jogou e deve ter sofrido...

A mil, nem imaginas. Estar cá fora é... sei lá, sofre-se muito. Fazemos uma série de gestos de passar a bola, cabeceá-la, rematá-la e até defendê-la. Eu nem sou guarda-redes!

E a emoção dos penáltis?

Tinha a plena confiança de que íamos passar.





 

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