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Por Agência Lusa
publicado em 3 Jan 2013 - 19:06
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Estádio 1.º de Maio, em Braga, classificado como monumento de interesse público

O Estádio 1.º de Maio, em Braga, foi um dos sete conjuntos arquitetónicos daquele distrito classificados como monumento de interesse público, por portarias assinadas pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

Em relação àquele estádio, a portaria fixa ainda a zona especial de proteção (ZEP), que engloba todo o Parque da Ponte, para valorizar e salvaguardar a envolvente paisagística.

Segundo a portaria, agora publicada em Diário da República, aquele estádio destaca-se "pelo seu intrínseco valor arquitetónico e caráter simbólico, cujo significado é fundamental para uma leitura mais abrangente do contexto histórico-político do Estado Novo".

A portaria salienta ainda o "ponto de vista da memória coletiva" refletido naquele estádio.

O 1.º de Maio tem planta simétrica, numa estrutura em granito e betão armado, com bancadas descobertas em torno do campo central, envolvido por pista de atletismo.

Nas partes laterais da entrada, tem dois painéis de bronze, em alto-relevo, atribuídos ao mestre Barata Feyo.

Em volta do edifício existem diversas entradas com portões de ferro gradeados e decorados com figurações de temática desportiva.

Na porta da tribuna, sobressai a "notável" moldura em cantaria de granito com folhas de louro em relevo.

Antiga casa do Sporting de Braga, aquele estádio foi inaugurado em 1950, tendo sido desenhado pelo arquiteto João Simões.

No distrito de Braga, foram classificados como monumentos de interesse público mais seis conjuntos, entre os quais o Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho, em Cervães, Vila Verde.

Aquele conjunto é constituído pela igreja, sacristia, edifício anexo, as capelas dos Passos e o espaço com forma retangular onde existe uma via-sacra e oliveiras.

A mesma classificação foi atribuída à Casa e Quinta de Castro, também denominada Castelo de Castro, em Carrazedo, concelho de Amares.

Trata-se de um exemplar da arquitetura civil nobre edificada em ambiente rural, tendo entretanto a torre, construída em meados do século XIV, sido adaptada a habitação.

Em Esposende, foi classificada a Casa Dr. Fernando Ribeiro da Silva, também conhecida por Casa de Ofir, projetada por Fernando Távora em 1957.

"A sua interpretação dos valores e expressões modernistas confere-lhe uma importância incontornável na história da arquitetura portuguesa do século XX", refere a portaria do secretário de Estado da Cultura.





 

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