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Por Jornal i
publicado em 25 Out 2012 - 03:00
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CAN-2013. Zuma escolheu Cabo Verde para o jogo de abertura com África do Sul
Presidente sul-africano tirou a bola dos Tubarões Azuis minutos depois de ter elogiado a qualificação. Angola e Marrocos completam grupo A

Estava marcado para as 19h00 (hora portuguesa) mas foi preciso esperar 120 minutos para saber o resultado final do sorteio da fase de grupos da CAN-2013. Pelo meio, houve minutos de silêncio, espaço para apresentar a mascote (um hipopótamo chamado Takuma) e a bola (Katlego) e ainda discursos, muitos discursos. Já havia uma hora de sorteio quando Cabo Verde teve a primeira menção. O presidente da CAF, Issa Hayatou, deu os parabéns aos Tubarões Azuis pela surpreendente qualificação, deixando os Camarões pelo caminho. Logo a seguir, foi a vez de Jacob Zuma, presidente sul-africano. “Estamos a fazer a contagem decrescente para o pontapé de saída com grande entusiasmo e é uma honra organizar esta prova pela segunda vez”, começou por dizer para depois falar do tal estreante: “Queria estender os parabéns a Cabo Verde, que conseguiu qualificar--se pela primeira vez.”

Jacob Zuma assumiu um papel tão importante que foi das mãos dele que saiu o adversário da África do Sul para o jogo de abertura, marcado para 19 de Janeiro em Joanesburgo. Podia ser a Etiópia e podia ser o Togo, mas o toque presidencial fez com que saísse Cabo Verde. Assim, a estreia terá mais sabor. O jogo de estreia dos Tubarões Azuis na história da CAN (Taça Africana das Nações) será também o de abertura da edição de 2013.

O sorteio estava em velocidade-cruzeiro e já não teria espaço para mais interrupções nem discursos. Os nomes foram saindo, Marrocos para um lado, Burquina Faso para outro, Argélia a reencontrar a Tunísia num grupo com Costa do Marfim e Togo até que chegou a vez de Angola. Os Palancas Negras tiveram de esperar ainda mais, tal como a Nigéria. Já havia 14 selecções sorteadas, faltavam duas. A expectativa era muita perante a possibilidade de, pela primeira vez na história, dois países de língua oficial portuguesa se poderem encontrar numa fase final. Nas três edições em que Angola e Moçambique tinham conseguido o apuramento, não foi possível. Agora, finalmente, sim. Kalusha Bwalya, antiga glória africana e actual presidente da Federação de Futebol da Zâmbia, era parte interessada porque a selecção que ficasse para última caía no grupo C, da Zâmbia, Etiópia e Burquina Faso.





 

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