Pub


Por Jornal i
publicado em 8 Mar 2012 - 03:00
// 

Barcelona. Messi deixa Pantera Negra para trás
Catalães esmagam Leverkusen (7-1) e cinco golos do fenómeno argentino deixam-no à frente de Eusébio na lista de melhores marcadores da prova

O Barcelona tinha ganho 3-1 na Alemanha. O Barcelona é um dos grandes favoritos à conquista da Liga dos Campeões. O Barcelona jogava em casa. Apenas quatro equipas alemãs conseguiram vencer no Camp Nou. O Leverkusen (1988) era uma delas e o lote ficava completo com Colónia (1980), Leipzig (1982) e Bayern Munique (1996 e 1998). Ontem não era bastava vencer, era preciso marcar pelo menos três golos. Ninguém acreditava que a equipa alemã conseguisse o milagre, mas quem sentisse que era possível podia ganhar pelo menos 151 euros por cada apostado.

O plano para os 90 minutos era difícil. A hora e meia de quarta-feira à noite podia ser de tortura, como a própria namorada de Piqué, Shakira, canta. O Leverkusen saiu com a bola e protegeu-a durante os primeiros 17 segundos. Durante esse tempo precioso, os germânicos não tiveram que andar a perseguir Xavi, Iniesta, Messi e companhia. Um minuto depois, já tinha mudado tudo. Onze jogadores no meio-campo defensivo e a bola a correr todos os jogadores do Barcelona como se a equipa não passasse de um menu de restaurante nas mãos de um cliente indeciso que não sabe o que escolher.

Quando isso acontece, Xavi é o empregado perfeito para mostrar o caminho. Foi precisamente o que fez aos 25 minutos ao isolar Messi com um passe magnífico. O argentino não se fez rogado, correu para a baliza e picou a bola assim que Leno se aproximou. A eliminatória era uma história acabada, mas os recordes pessoais de Messi continuaram a ser um livro aberto. Com mais um golo, perto do intervalo, chegou à marca de 46 golos em 64 jogos na prova e igualou o registo de Eusébio na Taça dos Campeões Europeus, precisamente com o mesmo número de jogos.

O resto já se sabia. Barcelona a atacar, Leverkusen a olhar para o relógio sempre que conseguia parar para respirar. E se estar ao lado de Eusébio é óptimo, estar à frente é ainda melhor. Aliás, Messi levou muito a peito tudo o que diz respeito ao internacional português. Com três golos na segunda parte, o argentino não só ultrapassou o Pantera Negra como igualou o seu ídolo, Di Stéfano, com 49 golos.





 

Pub

Pub

Pub

Pub

Pub













X
Introduza o seu endereço de e-mail.
Introduza a senha associada ao seu endereço de e-mail.
  • Sign in with Twitter
A carregar