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Por Jornal i
publicado em 20 Ago 2010 - 17:48

Administração dos HUC rejeita condições 'degradantes' denunciadas pelo PCP
Os Hospitais da Universidade de Coimbra negam acusações

A célula dos trabalhadores dos Hospitais da Universidade de Coimbra afeta ao PCP denunciou hoje que as condições de trabalho naquele hospital são "degradantes" depois da passagem a entidade pública empresarial (EPE), situação rejeitada pelo conselho de administração.Em comunicado, os trabalhadores comunistas queixam-se das "fragilidades do sistema de ar condicionado, que não responde e não funciona não generalidade dos serviços", além da falta de pijamas em algodão para os doentes, desajustamento do sistema de gestão de luzes, carrinhos de transporte de refeições com ferrugem e falta de qualidade do fardamento e de balneários da parte hoteleira."Tal como o PCP previu e preveniu, com a passagem dos HUC a EPE e com o corte de 715,3 milhões de euros para a saúde até 2013, era previsível que a situação se viesse a degradar", lê-se no documento.Ismínio Martins, da direcção do PCP Coimbra, disse à agência Lusa que "os problemas no ar condicionado já se tinham verificado no inverno" e que "o sistema tem 20 anos e deve estar a precisar de intervenção de fundo".Segundo o dirigente, a situação afeta enfermarias e serviços, excetuando o bloco operatório e outros serviços considerados prioritários.O conselho de administração dos HUC contrapõe que a passagem a EPE "permitiu dotar o hospital de um capital estatutário de 108,5 milhões de euros, a realizar em cinco anos, e elaborar um plano de investimentos com suporte financeiro assegurado, num total de 87,2 milhões de euros"."O calendário de realização do capital estatutário tem vindo a ser cumprido escrupulosamente pelo Governo, o que tem permitido realizar investimentos imprescindíveis e relevantes, como sejam a substituição de cerca de 700 camas velhas por camas novas mais confortáveis para os doentes e também com vantagens para a actividade dos profissionais, ou um novo equipamento para a hemodinâmica", refere um comunicado dos HUC.Quanto às eventuais anomalias no ar condicionado, o conselho de administração realça que "os HUC têm vindo a desenvolver o projeto 'Hospital Amigo do Ambiente', cujo investimento ascende a cerca de oito milhões de euros"."Este projeto contemplou, entre outras intervenções, a substituição do equipamento destinado a produzir frio para o sistema de climatização do hospital, permitindo substituir equipamentos envelhecidos, com mais de 23 anos, instalados aquando da construção do hospital, por outros mais eficientes, quer em termos de produção de frio, quer em termos de consumo de energia", refere o comunicado."Neste momento, os HUC dispõem de uma capacidade instalada de produção de 'ar frio' para climatização superior às suas necessidades", acrescenta o documento.Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.




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