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Por Jornal i
publicado em 16 Mar 2010 - 09:57

"Éramos amadores, agora estamos entre os melhores" - diz a organização do Portugal Fashion

A qualidade da oferta aumentou, a disponibilidade dos consumidores nacionais às marcas portuguesas mudou e os estilistas lusos afirmaram-se internacionalmente - é este o balanço que a organização faz aos 15 anos de Portugal Fashion.“Éramos todos amadores, agora estamos entre os melhores”, resumiu Manuel Teixeira, presidente da comissão executiva da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), que promove o evento, juntamente com a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), em declarações à Lusa.A moda portuguesa volta a subir à passarele do edifício da Alfândega do Porto entre os dias 19 e 21, para a 26ª edição do Portugal Fashion, no ano em que se assinala o 15º aniversário do evento.Ainda não é a maioridade, mas os objetivos alcançados são positivos. “Agora a moda portuguesa é muito mais madura, segura e internacional”, resume Manuel Teixeira, lembrando que, há 15 anos, eram todos “bem intencionados, mas amadores” e que estavam “a aprender”.Não foi só o país e a moda portuguesa que mudaram, as empresas também se adaptaram: “A maior parte dos centros comerciais estavam ocupados com marcas estrangeiras. Havia uma falta de resposta das nossas empresas, mas a qualidade da oferta aumento imenso, e a disponibilidade dos consumidores às marcas portuguesas mudou muito”, observa.Os desfiles continuam a organizar-se em três grandes áreas: as marcas, porque o evento “também quer trazer a moda cada vez mais para a indústria; os jovens (este ano apresentam-se quatro, em estreia absoluta, escolhidos entre mais de 100 candidatos); e os estilistas “consagrados com expressão internacional”.Manuel Teixeira explica que são escolhidos os profissionais com “propostas que têm valor internacional, para ajudar a promovê-los, ao nível dos públicos e dos mercados”.Embora o evento seja nacional, o responsável considera que o Portugal Fashion “deu um contributo fortíssimo para a dinâmica da cidade do Porto em torno da moda”.“O Portugal Fashion foi o ponta de lança para a criação do mercado de ateliers e lojas de criadores”, sublinha.Apesar de as lojas e ateliers serem “um negócio para um público relativamente pequeno”, porque se tratam de “coisas feitas artesanalmente e, como tal, são caras”, Manuel Teixeira acredita que são “montras para as pessoas conhecerem os estilistas e, depois, comprarem marcas mais comerciais”.




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