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Por Jornal i
publicado em 13 Fev 2010 - 03:00

João Manuel Pinto. "O Paulinho Santos detestava o João Vieira Pinto, aliás detestava o Benfica"
Passou pelo FC Porto e pelo Benfica e viveu a rivalidade dos dois lados da barricada. Ou da trincheira. "Os clássicos são uma guerra"

Este é João Pinto. Não confundir com o outro, o João Pinto do FC Porto, com quem jogou, nem com João Vieira Pinto, com o qual não fala desde 2001, depois de lhe ter cuspido na cara. Este não foi um artista mas jogou no Belenenses, no FC Porto e no Benfica. E ganhou oito títulos, todos no Dragão. Quando se fala de túneis e agressões, este João Pinto, o João Manuel Pinto, tem um par de histórias para contar. Na primeira, na segunda e na terceira pessoas.Que é feito do João Manuel Pinto?O João Manuel Pinto abriu agora uma escola de futebol aqui, em Tarouca, ao pé de Lamego. E está a correr bem, é uma coisa que sempre quis. Os meus sonhos sempre foram muito pequeninos. E concretizei-os quase todos. Mas também gosto de sonhar pouco [risos].E o futebol deu-lhe aquilo de que precisava?Obviamente gostava de estar muito melhor posicionado, como outros grandes craques, como o Rui Costa, e ter ganhado grandes salários [risos]. Mas primeiro a saúde e depois que venha o resto.Mas teve juízo a gerir o dinheiro?Sim, sim... Quer dizer, há sempre aquelas coisas da juventude. Sabe como são os jogadores de futebol com os carros de grande cilindrada. E eu não fugi à regra, não é? Comprei o meu Porsche Turbo - lá está, outro sonho desde pequenino, mas este era um sonho grande - quando fui para o FC Porto, em 1995.Tinha 22 anos e vinha do Belenenses nessa altura. Como foi chegar ao FC Porto?Fui muito jovem para o FC Porto e chego lá e vejo grandes jogadores, símbolos, mitos do clube. Dias maravilhosos com títulos, festas. O Jorge Costa era o maior, impunha as regras, profissionalismo, sempre a querer levar o clube mais longe. Mas o Paulinho, o André, o João Pinto... enfim... Está a ver a gama, não está? Foi um prazer aprender lá.Foi Bobby Robson quem mais o marcou?Sempre com um sorriso. Não era só o trabalho, mas o prazer que nos proporcionava a trabalhar. Divertíamo-nos. Eu era uma espécie de arma secreta dele, entrava a ponta-de-lança para marcar golos por ser alto.




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