Pub


Por Jornal i
publicado em 2 Jan 2010 - 03:00

Quer ter o filho perfeito? Basta usar medo e manipulação
Elizabeth Beckwith defende que a melhor forma de educar uma criança é criar o hábito de falar mal dos outros

Em criança, a actriz e comediante norte-americana Elizabeth Beckwith disse à mãe que queria fumar quando crescesse. A mãe não berrou, nem respondeu torto, apenas um simples: "Tu é que decides." Mais tarde, usou um truque melhor: falar-lhe de uma vizinha. "Olha para a senhora Johnson. Era tão bonita, agora parece uma passa de uva. É isto que o tabaco faz." Beckwith ficou tão chocada que nunca fumou. E só anos mais tarde, quando já era casada e vivia no dilema de encontrar a filosofia ideal para educar os filhos, é que descobriu que ela e os seus irmãos tinham si- do "manipulados". Elizabeth Beckwith encontrou no modelo usado pelos pais a chave para educar as suas crianças - o ingrediente secreto para incentivar o bom comportamento dos filhos é, nada mais nada menos, do que a culpa. No livro "Como Criar o Filho Perfeito Usando a Culpa e a Manipulação", a actriz defende coisas tão polémicas como: se os pais criarem o hábito de falar mal dos outros na frente dos filhos, eles sentir-se-ão culpados quando fizerem algo de errado porque terão medo de ser iguais àqueles que os pais criticam. Em vez dos tradicionais métodos de recompensa e punição, os pais devem usar uma combinação de medo, vergonha e culpa para moldar a personalidade da criança. "A melhor maneira de ensinar um filho a não se comportar como um ser inferior é apontar para todos os seres inferiores ao nosso redor", sugere a autora. Usando a sua própria família como material de estudo, Elizabeth Beckwith demonstra como foi criada para ser "uma pessoa melhor" sem nenhuma disciplina formal além de um engenhoso padrão de manipulação mental.Beber Num dos muitos exemplos de culpa e manipulação que transpôs da sua educação para o livro, Beckwith conta que aprendeu que não devia beber demasiado no dia em que ficou bêbada numa festa e os pais apareceram. "Quase implorei que me dessem uma tareia para me livrar daquele sentimento horrível de vergonha. Não fizeram nada e para mim não havia nada pior." Da mesma forma que aprendeu a vestir-se através dos comentários que a mãe fazia sobre as mulheres à sua volta.




Pub


 

Pub

Pub

Pub

Pub













X
Introduza o seu endereço de e-mail.
Introduza a senha associada ao seu endereço de e-mail.
  • Sign in with Twitter
A carregar