Pub


Por Jornal i
publicado em 19 Maio 2011 - 03:00

A sociedade colombiana

UMA FINAL POBRE, como tantas finais destas. Acabou como se esperava, com a vitória do FC Porto, uma vitória mínima para um jogo mínimo. Não foi uma grande jornada, nesse aspecto, de propaganda do futebol português. Teve mais culpa a melhor equipa, o campeão nacional, que tinha muito a perder em prestígio se não erguesse a taça. E por isso fez um jogo sempre muito controlado. À espera de um erro, que houve, e que a dupla colombiana Guarín-Falcao aproveitou já sobre o intervalo. Esta sociedade colombiana foi a grande obra de Villas-Boas. Domingos respondeu com duas substituições na reentrada. Mossoró era a arma que tinha e que falhou logo a melhor oportunidade do Braga. Um Braga que tentou ser de ataque depois de estar a perder mas nunca o conseguiu. Mas nos últimos 10 minutos um FC Porto desorganizado perdeu-se muito e sofreu por não saber guardar a bola. Mal Hulk e mal também um árbitro espanhol de pouca categoria. O Braga tem mais razões de queixa, mas estas finais jogam-se sempre com minutos a menos, porque os árbitros têm de pôr a bola no sítio certo da falta e demora-se a repor em jogo. Três minutos de desconto foi muito pouco, aliás. Faltou um golo cedo, faltou menos stresse, faltou alguma emoção. Mas esta final nunca mais se repete.




Pub


 

Pub

Pub

Pub

Pub













X
Introduza o seu endereço de e-mail.
Introduza a senha associada ao seu endereço de e-mail.
  • Sign in with Twitter
A carregar